Candidato ao Senado propõe implantar mais UTIs, clínicas especializadas e serviços de média e alta complexidade no interior do estado
Edvaldo Nogueira (PDT-SE) pretende criar políticas públicas que fortaleçam o Sistema Único de Saúde (SUS) e ampliem o acesso a serviços especializados no interior de Sergipe em sua atuação no Senado Federal. Com a melhoria do SUS, a população recebe atendimento necessário e humanizado, além de reduzir a necessidade de pagar por consultas, exames e tratamentos na rede privada. “Se você melhora a saúde, que é um ponto fundamental, você alivia o bolso do cidadão de ele pagar o médico, pagar consulta, pagar o exame”, disse.
Para Edvaldo, o fortalecimento do SUS deve ocorrer em todos os níveis de atendimento, desde a atenção primária até os tratamentos de média e alta complexidade. Ele também destacou a importância do sistema público de saúde como uma política de acesso universal. “Quanto mais você melhorar o SUS, melhorar a saúde pública no Brasil, dando acesso em todos os níveis, desde a consulta simples na Unidade Básica de Saúde até o tratamento mais sofisticado, é um grande ganho para o povo e para o Brasil”, declarou.
Saúde em Aracaju
Durante suas passagens pela Prefeitura de Aracaju, Edvaldo destacou a ampliação da rede municipal de saúde, com investimentos na atenção básica, na Saúde da Família, nos serviços de urgência e na estrutura hospitalar. Dentre os investimentos na área está a entrega da Maternidade Lourdes Nogueira, apresentada por ele como exemplo da capacidade do município de executar projetos próprios na área da saúde. “Em Aracaju, eu provei que é possível realizar obras para os mais pobres. Na minha gestão, eu melhorei a saúde municipal, com a ampliação dos postos de saúde, a construção e melhoria do funcionamento das unidades básicas, e a entrega da Maternidade Lourdes Nogueira, com atendimento humanizado para todos”, destacou.
Inaugurada em 2023, a Maternidade Lourdes Nogueira realiza partos, atendimentos de urgência e emergência obstétrica e neonatal, consultas especializadas, diagnósticos e exames. Além disso, Edvaldo também entregou novas Unidades Básicas de Saúde e outras instituições de saúde em diversas regiões da capital, como a Unidade de Saúde Elizabeth Pita e o Centro de Atenção Psicossocial Jael Patrício, no Santos Dumont, entre outros.
Regionalização da saúde
Para o Senado, o ex-prefeito pretende regionalizar o acesso à saúde em Sergipe. A meta é ampliar a capacidade dos hospitais regionais para reduzir a alta demanda por atendimento nos hospitais de Aracaju. “Deu-se um salto muito grande nos últimos dois anos à regionalização dos hospitais. Mas, obviamente, ainda é preciso regionalizar mais a saúde para desafogar cada vez mais Aracaju da pressão por tratamentos”, relembrou.
Dentre as propostas defendidas por Edvaldo estão a ampliação das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) nos hospitais estaduais e a criação de clínicas especializadas no interior. Dessa forma, ele reafirma a defesa pelo municipalismo, colocando as cidades no centro da vida da população. “Todos os hospitais estaduais deveriam ter UTI. Hoje tem hospital em Nossa Senhora da Glória que já oferece esse tratamento. Então devemos colocar mais UTIs, criar clínicas especializadas no interior do Estado para fazer com que aquele paciente receba os cuidados necessários em sua própria região”, explicou.
Enfrentamento da COVID-19
Em 2020, durante sua gestão em Aracaju, Edvaldo enfrentou a pandemia de COVID-19, que exigiu medidas imediatas na saúde pública. “É óbvio essa foi a maior crise que o Brasil e o mundo enfrentaram. Mesmo com a evolução da medicina e não se tinha ideia das consequências dela. Ou seja, a medicina estava completamente sem noção de como fazer aquilo lá”, ressaltou.
Apesar do cenário devastador, Aracaju recebeu investimentos direcionados por Edvaldo para que a população sofresse menos com a situação. O candidato ao Senado relembra que planejou um novo cemitério de urgência, o Hospital de Campanha e, quando a vacinação começou a ser distribuída, criou estruturas em pontos turísticos da cidade para que os aracajuanos pudessem se prevenir do vírus.”Aracaju foi a cidade com a menor letalidade nas capitais. Nós planejamos um novo cemitério de urgência se fosse necessário. A gente criou um comitê que todo dia reunia vários servidores, que todo dia fazia um novo levantamento. E também realizamos medidas para tornar o Parque da Sementeira um lugar de vacinação”, disse.





