Em mais uma etapa de visitas às comunidades de Aracaju, o candidato realizou uma caminhada por mais uma etapa do Vitória da Resistência e pelo Residencial Carlos Pinna de Assis
O contato direto com quem vive as mudanças provocadas por uma obra pública voltou a marcar a agenda de campanha do candidato ao Senado, Edvaldo Nogueira (PDT-SE), nesta terça-feira, 25. Em mais uma etapa de visitas às comunidades de Aracaju, o candidato realizou uma caminhada por mais uma etapa do Vitória da Resistência e pelo Residencial Carlos Pinna de Assis, ambos no Lamarão, onde conversou com moradores, ouviu demandas e relembrou ações realizadas durante os seus quatro mandatos à frente da Prefeitura de Aracaju.
As duas comunidades visitadas nesta terça-feira têm em comum uma marca da administração de Edvaldo, pois são conjuntos habitacionais construídos e entregues à população durante o período em que esteve à frente do comando da capital. A agenda permitiu que o candidato percorresse as ruas e reencontrasse famílias que tiveram suas vidas transformadas a partir da política habitacional implementada em suas gestões.
Durante a caminhada, Edvaldo relembrou as intervenções de urbanização e habitação realizadas na região do Vitória da Resistência e do Lamarão. Ao defender o legado de suas gestões, o candidato destacou a permanência das famílias na própria comunidade durante a construção da Avenida Perimetral Oeste.
“Pra gente fazer essa perimetral, que é a maior obra de infraestrutura urbana de Aracaju nos últimos 10 anos, a gente precisava desapropriar uma série de casas. Diferente de quem tira as pessoas e bota num lugar distante, todo mundo que morava aqui e quis ficar aqui, ficou. Nós reassentamos e fizemos o Conjunto Carlos Pinna de Assis. Ter uma casa é a maior segurança que um ser humano pode ter”, afirmou.
O Residencial Carlos Pinna de Assis, no Lamarão, conta com 484 unidades habitacionais e foi construído durante a última gestão de Edvaldo Nogueira. Parte das famílias que vivem no residencial foi reassentada em razão das obras de construção da Perimetral Oeste, enquanto as demais unidades foram destinadas a beneficiários que estavam há mais de dez anos no Auxílio Moradia.
Durante a visita, Edvaldo relembrou que a política habitacional esteve entre as prioridades de suas quatro administrações. Ao longo desse período, foram cerca de 8 mil moradias entregues à população de Aracaju, incluindo aproximadamente 5 mil unidades destinadas a famílias do bairro 17 de Março. Nos últimos quatro anos de sua gestão, também foram entregues 1.320 unidades do Residencial Mangabeiras Irmã Dulce dos Pobres e as 484 unidades do Residencial Carlos Pinna de Assis.
“Deixamos uma cota de casas para pessoas com deficiência e pessoas em situação de rua e fico muito emocionado ao ver a alegria de quem hoje tem o seu lar. É uma coisa maravilhosa e só tenho a agradecer por ter a oportunidade de fazer tanto pelo povo da nossa cidade”, completou.
Ao longo da caminhada, moradores fizeram questão de conversar com o candidato e recordar o período em que passaram a ter acesso à casa própria. Para Edvaldo, o contato com essas famílias também representa uma oportunidade de acompanhar de perto os resultados das políticas públicas implementadas durante seus mandatos.
“Quero agradecer primeiramente por estar morando aqui hoje. Nós fomos tirados de um lugar que não era digno, para viver em uma casa maravilhosa, com tudo de bom que nos foi oferecido. Era exatamente o que precisávamos e fomos muito bem acolhidos. Edvaldo foi um bom prefeito e, agora, nosso voto para senador é dele”, disse a moradora do Residencial Carlos Pinna, Maria de Fátima Feitosa.
Moradora do Vitória da Resistência, Marlene Santos relembrou a trajetória de sua família e destacou a importância das moradias entregues durante a gestão de Edvaldo Nogueira. Segundo ela, a mudança para o residencial representou a oportunidade de deixar uma situação de vulnerabilidade e conquistar um lar digno para viver com a família.
“Eu conheço Edvaldo pelas casas que ele entregou aqui no conjunto para a gente. Na época, nós morávamos ali na Soledade e ele tirou a gente de lá, não deixou a gente na rua e nos trouxe para cá. Só tenho a agradecer. E o que eu posso dizer a ele é que ele já ganhou, em nome de Jesus”, afirmou Marlene.



