Enquanto Emília Corrêa insiste no discurso de que estaria sendo alvo de perseguição por parte do governador, prática que classifica como prejudicial à administração pública, sua postura dentro da base diverge da sua narrativa. A prefeita exclui vereadores que não dizem amém e nem levantam as mesmas bandeiras políticas em época de eleição.
E as exonerações de cargos em comissão indicados pela vereadora Selma França e pelo vereador Breno Garibalde, até então aliados da gestão, foram mais dois exemplos disso.
Confira o que disse a prefeita, a vereadora Selma França e a análise do Fato Sergipe sobre este tema:




