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Obras que transformaram Aracaju: legado de Edvaldo Nogueira reúne infraestrutura, moradia e transformação social

Foto: Ana Licia Menezes

Edvaldo Nogueira construiu uma trajetória marcada por grandes obras de infraestrutura, mobilidade urbana, habitação e transformação social

Ao longo de quatro mandatos à frente da Prefeitura de Aracaju, Edvaldo Nogueira construiu uma trajetória marcada por grandes obras de infraestrutura, mobilidade urbana, habitação e transformação social. De Norte a Sul da capital, projetos que tiraram comunidades da lama e da poeira, abriram novas vias, construíram moradias e levaram escolas, unidades de saúde, equipamentos socioassistenciais e espaços de lazer para regiões historicamente esquecidas passaram a fazer parte da paisagem da cidade.

Ao avaliar os oito anos de sua última passagem pela Prefeitura, Edvaldo destacou que sua gestão realizou obras para solucionar problemas históricos e preparar a cidade para o futuro. “Fui prefeito de Aracaju por quatro mandatos e transformei a cidade com obras e serviços estruturantes. Tenho a experiência de quem realizou, enfrentou problemas históricos e tirou comunidades da lama para preparar a capital para o futuro. O meu grande diferencial é a capacidade de fazer. Realizamos obras que mudaram a vida das pessoas em áreas prioritárias. Sergipe me conhece porque sou um gestor que fez, que sabe como buscar recursos e que tem trabalho prestado de verdade” , afirmou o candidato ao Senado.

Viaduto do DIA

Entre as marcas deixadas por Edvaldo está o Viaduto Jornalista Carvalho Déda, no Distrito Industrial de Aracaju (DIA), inaugurado em fevereiro de 2008, durante sua primeira gestão como prefeito. Considerado à época uma das maiores intervenções viárias da cidade, o viaduto foi concebido para modernizar a infraestrutura e melhorar a circulação em uma das áreas de maior movimentação da capital.

A obra tornou-se um dos símbolos da primeira fase da gestão de Edvaldo e representa uma característica que seria repetida em seus mandatos seguintes: enfrentar gargalos históricos de mobilidade com intervenções estruturantes capazes de reorganizar o fluxo da cidade. “Foi uma obra que mudou Aracaju. Foi o começo da modernização. O viaduto do Dia foi uma obra que começou no meu mandato, em 2006, e terminei inaugurando ali por 2008. Foi uma obra importante que nós pensamos de uma forma muito efetiva porque a gente sentia isso, a cidade precisava se encontrar. E ali era um ponto de gargalo, era um ponto que se tornava insuportável do ponto de vista da mobilidade urbana”, explica.

Mais de oito mil moradias entregues

A política habitacional também ocupa lugar central no legado de Edvaldo Nogueira. Ao longo de suas quatro gestões, o ex-prefeito contabiliza cerca de oito mil moradias destinadas à população aracajuana, resultado de uma política que combinou construção de unidades habitacionais, urbanização de áreas vulneráveis, reassentamento de famílias e regularização fundiária.

O número ganha dimensão ainda maior quando se observa a transformação promovida no 17 de Março. O bairro foi concebido justamente para abrigar famílias que viviam em condições precárias e em áreas de risco. Nas primeiras gestões, a política habitacional avançou também em outras regiões da cidade, como o Lamarão, onde foi implantado o Residencial Vitória da Conquista, com 410 casas, dentro de uma política que buscava retirar famílias de condições precárias e garantir moradia com infraestrutura.

Na mesma estratégia, o Coqueiral recebeu unidades habitacionais associadas às obras de urbanização e saneamento. Na última passagem de Edvaldo pela Prefeitura, o programa habitacional voltou a ganhar escala. No bairro 17 de Março, foi construído o Residencial Mangabeiras Irmã Dulce dos Pobres, com 1.320 unidades habitacionais, destinado principalmente às famílias que viviam na antiga Ocupação das Mangabeiras. O empreendimento recebeu investimento superior a R$ 124 milhões e foi concebido com drenagem, água, energia, esgotamento sanitário, pavimentação e acessibilidade.

Outro grande empreendimento foi o Residencial Carlos Pinna de Assis, no Lamarão, com 484 unidades habitacionais, destinado prioritariamente a famílias que precisaram ser reassentadas em função das obras da Perimetral Oeste. Em oito anos foram destinados mais de R$ 245 milhões à construção de casas populares. “As pessoas viviam em condições difíceis, em barracos, expostos a lama e a poeira. A entrega dessas moradias significa mais dignidade, qualidade de vida e felicidade para essas famílias”, frisou o candidato.

17 de Março: um bairro planejado

Criado em 2010, o bairro foi planejado durante a gestão de Edvaldo para receber famílias que viviam em áreas de risco e em condições precárias de moradia. Ao todo, 404 famílias que viviam na antiga ocupação do Morro do Avião, foram retiradas da situação em que viviam e transferidas para casas próprias construídas no novo bairro da capital. A proposta não se limitava à construção de casas, o projeto previa um bairro completo, com infraestrutura urbana e serviços públicos.

Desde o início, foram implantadas redes de drenagem e esgotamento sanitário, pavimentação, abastecimento de água, energia elétrica e iluminação pública. A transformação e o cuidado com o bairro continuaram quando Edvaldo retornou à Prefeitura, em 2017, após quatro anos de esquecimento da região, com a retomada de obras que haviam ficado paralisadas. Ao longo dos anos, o 17 de Março ganhou escolas, unidades de saúde, equipamentos de assistência social, praças e espaços esportivos. A comunidade passou a contar com uma estrutura de serviços públicos que transformou o bairro em uma referência de urbanização planejada.

Maternidade Lourdes Nogueira

A transformação do 17 de Março ganhou um de seus principais símbolos em 2023, com a inauguração da Maternidade Municipal Lourdes Nogueira, a primeira maternidade pública municipal de Sergipe. Construída com investimento superior a R$ 18 milhões, a unidade possui estrutura para atendimento obstétrico e neonatal, incluindo leitos de terapia intensiva neonatal, além de atendimento humanizado às gestantes e aos recém-nascidos.

Para Edvaldo, a maternidade representa justamente a integração entre as diferentes políticas públicas. “A Maternidade Municipal Lourdes Nogueira não foi apenas uma obra de infraestrutura, mas a concretização de um compromisso humano e social com as mulheres e as futuras gerações de Aracaju. Idealizamos e construímos esse equipamento para melhorar os atendimentos materno-infantis na capital, garantindo um parto humanizado, seguro e com acolhimento digno dentro da própria rede pública do município. Ver uma mãe ser atendida com respeito, no momento mais sublime de sua vida e pertinho de casa, é a maior prova de que governar é aproximar os serviços de quem mais precisa”, destacou.